YouTube vai esclarecer donos de canais sobre monetização

Esta semana o YouTube anunciou alterações que vão mudar a forma como os donos de canais ganham dinheiro na plataforma de vídeos. A proposta é lançar novos ícones que darão aos proprietários uma compreensão mais detalhada de como cada vídeo em seus canais são monetizados. E para tornar o processo mais justo, a plataforma dará àqueles a opção de apresentar uma contestação, caso os mesmos achem que um de seus vídeos estão mal classificados.

Problemas resolvidos
Essas mudanças fazem parte de otimizações que a gigante de vídeos da Google está implementando após definir novos controles e diretrizes para monetização de canais que afetaram muitos criadores de conteúdo, YouTubers, etc. Após as mudanças, muitos produtores de conteúdo viram seus ganhos decaírem. Dentre as razões para isto, estava a limitação do número de anúncios que estes vídeos recebiam por não estarem classificados como adequados.

Isto porque o YouTube seleciona o AdSense que será exibido em um vídeo com base nos fatores contextuais do próprio vídeo e canal. Ou seja, uma série de características que comprovem que o canal está de acordo com o perfil do público.

O que acontecia é que o sistema que definia qual vídeo era adequado ou não, nem sempre tomava as ”melhores decisões”. Chegando até a veicular propaganda de grandes marcas em vídeos extremistas, e por isto perderam mais de 200 empresas após denúncia de jornal britânico. Somando-se a isso, os donos de canais não tinham a possibilidade de apresentar recurso direto no Video Manager caso não concordassem com alguma avaliação de seus vídeos.

Novos significados
O sistema de ícones, já conhecido por quem publica no YouTube, deve permanecer. No entanto, com novos significados. Um dos elementos que permanecerão sem alterações é o cifrão verde, que continua indicando que tudo está ok com um vídeo e que ele está plenamente monetizado tanto para usuários normais quanto assinantes da versão Red da plataforma.

Já o botão laranja, antes usado apenas durante disputas de direitos autorais, agora passa a indicar qualquer alteração na monetização de um vídeo. Ou seja, os clipes que têm restrições de publicidade por conteúdo impróprio ou com monetização exclusiva da versão Red aparecerão com esse ícone.

Aqui é onde haverá uma mudança significativa. Agora com as novas regras, anunciantes podem indicar ao YouTube um vídeo que não seja adequado.

Uma vez que o algoritmo “concorde” com a indicação do anunciante, as publicações do vídeo poderão ter as propagandas restritas ou não estarem monetizadas de maneira alguma, recebendo apenas uma parte da receita dos assinantes do serviço Red que acessarem o conteúdo.

Como usar os novos recursos
O YouTube irá informar aos donos de canais quando o novo recurso estiver disponível através de uma notificação no Estúdio de Criação. Tendo as novas opções liberadas, você sempre pode usar o solucionador de problemas de monetização para ver quais ações você pode ativar no seu vídeo.

O status da sua solicitação será agora em texto azul abaixo do ícone de monetização. Se o seu for bem-sucedido, mais anúncios podem ser exibidos em seus vídeos. É importante destacar que a receita obtida através dos vídeos não está mudando com esse lançamento.

O que muda, na verdade, é a compreensão do dono do canal em relação à adequação de seus vídeos para a publicidade. Uma informação mais detalhada dará chance aos produtores de saber se seus vídeos foram identificados como não adequados para todos os anunciantes ou não. E, dessa forma, oferece a chance de solucionar possíveis erros e atrair mais anúncios.

Digaí, amigo, o que achou dessa atualização do Youtube?

Avast revela que 20% dos dispositivos da Internet das Coisas são vulneráveis

Segundo pesquisa realizada pela empresa de segurança Avast, um em cada 5 dispositivos da Internet das Coisas (aparelhos capazes de se conectar à internet através de Wi-Fi ou Bluetooth) são vulneráveis a ataques de hackers no Brasil. Isso representa um alto risco de segurança e privacidade dos usuários de internet em nosso país. Webcams, babás eletrônicas, impressoras, roteadores e vários outros dispositivos capazes de se conectar à internet estão na lista.

Indicativos do relatório
O relatório da Avast revela que 20,1% dos dispositivos da IoT (Internet of Things) são vulneráveis a sofrer ataques cibernéticos no nosso país. A pesquisa revela que entre as webcams e babás eletrônicas, 22,3% não são seguras e podem facilmente serem utilizadas por hackers para espionar as pessoas que as têm em casa.

O relatório ainda afirma que 9,7% das impressoras podem ser hackeadas com facilidade. O equipamento considerado mais vulnerável pela Avast é o roteador. Segundo a pesquisa, 62,4% dos aparelhos podem sofrer ataques cibernéticos por pessoas mal-intencionadas na internet.

Segundo Ondrej Vlcek, CTO, Executive VP & General Manager Consumer da Avast, “os roteadores são a porta das redes e, portanto, criam um ponto de entrada fácil para hackers atacarem as redes domésticas brasileiras, se não estiverem corretamente protegidas, porque o software, por exemplo, está desatualizado ou porque uma senha fraca é usada”.

Riscos e como se proteger
Os donos dos dispositivos, quem podem ser usuários domésticos ou empresas, podem não estar atentos aos perigos existentes. Quando um aparelho é hackeado, pode ser comandado por criminosos para monitorar através de áudio e vídeo, funcionar de maneira incorreta ou roubar dados, o que é extremamente perigoso tanto para empresários como para pessoas que os utilizam em casa.

Para aumentar a segurança, empresários e usuários domésticos além de sempre manterem seus softwares atualizados, devem fortalecer as suas senhas com caracteres complexos. Recentemente o Google e o governo italiano anunciaram que iriam ensinar à população a criar senhas seguras, devido à alta ocorrência de problemas de segurança digital que o país vinha sofrendo.

E aí, amigo, você se mantém atento à segurança dos seus aparelhos que se conectam à internet? Comente conosco!

Facebook anuncia novidades para marcas e influenciadores digitais

Esta semana o Facebook anunciou em seu blog destinado para empresas algumas novidades que são bem interessantes para marcas e influenciadores que produzem conteúdo para a plataforma. Novos controles e recursos estão disponíveis para facilitar a interação entre esses dois lados na hora de anunciar produtos para ambas as audiências.

Segundo dados revelados pela rede social, entre pessoas de 13 a 34, 47% já compraram algum produto mencionado por algum influenciador digital. Por causa desses números, 48% dos anunciantes pretendem aumentar os seus investimentos em ações de marketing em colaboração com esses tipos de influenciadores.

Impulsionamento das publicações de influenciadores
Antes das novas funcionalidades, as empresas só poderiam impulsionar uma publicação de um influenciador se a própria marca tivesse compartilhado a postagem antes. Agora, o Facebook simplificou o processo possibilitando ao criador impulsionar os posts diretamente da página do influenciador.

Além disso, é possível combinar essa funcionalidade com as otimizações de direcionamento de públicos personalizados para que a publicação alcance o público certo, gerando resultados para a marca. Para que isso aconteça, o influenciador precisa, na hora de criar a postagem, permitir ao anunciante a possibilidade de impulsionar o post e marcar a página da marca, como citado na imagem abaixo:

Controle de tags de conteúdo
Pensando no controle das afiliações marcadas pelos influenciadores, o Facebook desenvolveu um sistema de controle de tags. Dessa forma, as marcas podem selecionar quais produtores de conteúdo podem e não podem marcar nos posts a página da marca. Essa função está nas configurações da página.

Outra novidade anunciada pela plataforma pode ser observada na imagem acima. Agora, além das informações que já eram dadas sobre alcance, engajamento e custos, para mensurar a performance das publicações, o guia de conteúdo presente nas informações da página e no Gerenciador de Negócios, foi atualizado. Informações como dicas de ferramentas, gasto total separado por anunciante e criador, e um resumo dos gastos totais e CPM foram adicionadas.

E aí, amigo, o que achou das novidades anunciadas pelo Facebook para marcas e influenciadores? Elas serão úteis para o seu negócio?

Realidade mista e consumo de vídeos crescerão até 2020, diz Facebook

Recentemente o Facebook divulgou a segunda versão da série “20 Shifts”, produzido pela sua equipe interna de pesquisa, a Facebook IQ, com novas tendências de comportamento online que afetarão as formas de se anunciar na web. O principal aspecto da pesquisa é a análise das novas maneiras de se criar comunidades e compartilhar experiências que serão tendência até 2020. Estima-se que uma em cada três experiências ganharam um novo meio de ação.

Assim, a análise dessas futuras tendências é crucial para que quem ganha dinheiro online identifique novas oportunidades de negócios.

De acordo com 68% dos entrevistados, a realidade virtual é um grande candidato a fazer parte do nosso dia a dia nos próximos anos. Um dos levantamentos aponta que até 2020, 75% do tráfego móvel online será para o consumo de vídeos, assim como as telas não serão mais decisivas para a navegação na internet.

O vice-presidente do Facebook na América Latina, Diego Dzodan, destacou:

“A comunicação como conhecemos está em transformação. O uso da realidade virtual e da inteligência artificial, por exemplo, se tornará mais comum e habitual para as pessoas”. “Os anunciantes vão precisar seguir se adaptando e queremos mostrar o que eles podem considerar para garantir relevância no mundo em evolução”, completou.

Confira abaixo as novas tendências que mudarão a forma como você anuncia na internet:

#O mais conciso ganha
A exposição a um grande porte de fluxo de conteúdo acelerou a capacidade de absorção de informações por parte das pessoas. É o que constatou o time do FBIQ. A análise do Feed de Notícias revelou uma média de 1,5 segundo de tempo necessário para um usuário assimilar um conteúdo no dispositivo móvel e 2,5 segundos no desktop.

Neste cenário, quanto menor a idade, mais rapidez. O estudo apontou uma velocidade duas vezes maior de visualização de conteúdo por parte do mais jovens que os mais velhos.

#Futuro em vídeo
A geração Millenials será responsável por alimentar o crescimento do consumo de vídeos através de dispositivos móveis. Estes últimos ganharão telas cada vez menores e acessíveis a partir do aumento da rapidez de conectividade global. O estudo aponta, ainda, uma tendência maior de visualização diária de vídeos através do celular ao invés do computador. A Austrália é um bom exemplo: 48% dos participantes da pesquisa compraram um produto após assistir conteúdo patrocinado em vídeo.

#O agora em alta
Seguindo a linha das notícias instantâneas, os vídeos ao vivo ganharão mais notoriedade nos próximos anos. Atualmente, a cada cinco vídeos no Facebook, um é de transmissão ao vivo, não obstante, esse número cresceu quatro vezes em apenas um ano. As lives proporcionam o que há muito tempo as pessoas buscas, interação multisensorial e coletiva.

#Realidade aumentada
A linha entre a realidade virtual e a aumentada ficará cada vez mais tênue nos próximos anos. Ambas formarão uma única tecnologia de acordo com a necessidade do público. E tem sido bem recebidas: 59% dos entrevistados pelo FBIQ creem que essa junção ajuda a testar roupas e maquiagens antes da compra e 51% levam em consideração antes de comprar um carro.

#Opções diversas
As pessoas tendem a se mostrar mais flexíveis a um serviço quando lhes é oferecida uma diversidade de opções de acordo com as suas necessidades. No próximo triênio isto ficará ainda mais evidente no mercado online.

Contatar um serviço através de ligação, ou Messenger; consumir uma informação de um vídeo apenas pelo áudio ou só pela legenda; serão exemplos das variedades de opções possíveis para otimizar o tempo em que o usuário realiza alguma ação.

O que achou das tendências em marketing e comunicação para o próximo triênio apontadas pelo Facebook? Conte pra gente.

 

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